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COMBATENDO OS MAUS EMPRESÁRIOS DA SAÚDE E TAMBÉM OS PREFEITOS

DILMA É A PRIMEIRA LÍDER MUNDIAL A OUVIR AS RUAS

DILMA ACORDOU - ESTÁ DEIXANDO DE PISAR NA BOLA

São Paulo, 02/07/2013 (Revisada em 10-07-2018)

COMBATENDO OS MAUS EMPRESÁRIOS DA SAÚDE E TAMBÉM OS PREFEITOS

Por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do COSIFe

Os atos da EBSERH e do Ministério da Defesa significam que, diante das manifestações contrárias às mudanças na área da saúde patrocinadas pelos opositores ao governo federal e ao Povo brasileiro, a Presidente Dilma de fato está preocupada com o "STATUS QUO" implantado por todos aqueles que torcem contra o Brasil.

Para resolver esse grave problema de descaso com a saúde pública, só resta ao governo federal estatizar esse e outros segmentos importantes para o povo brasileiro, já que a iniciativa privada nada quer fazer pela desprezada população mais necessitada.

Devemos concordar que a iniciativa privada até tem razão em nada querer fazer pelo Povo porque de fato esta é uma das obrigações do Governo e do próprio Povo, que se torna culpado do caótico "status quo" quando vota no Prefeito errado.

O maior problema a ser enfrentado pelo governo federal é justamente o descaso dos Prefeitos.

Para que seja realizada essa estatização não é preciso encampar empresas privadas. Basta que se crie um sistema médico governamental de alta qualidade que as leve à falência.

Então, o governo decreta a administração temporária dessas empresa de conformidade com a filosofia instituída pelo Decreto-Lei 2.321/1987, expedido durante o Governo Sarney, que em defesa das finanças públicas instituiu o regime de administração especial temporária nas instituições financeiras públicas e privadas não federais. Basta estender o estabelecido no decreto-lei às demais entidades juridicamente constituídas e também às Prefeituras (intervenção nos municípios) como foi feito nos hospitais municipais do Rio de Janeiro quando o prefeito era César Maia (DEM).

Portanto, para que as empresas privadas do ramo da saúde cheguem à falência, basta que o governo gerencie a atuação do sistema de saúde por intermédio da EBSERH - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares e das Forças Armadas.

Não resta outra alternativa. O Governo Federal precisa administrar o sistema de saúde com "rédeas curtas", colocando a EBSERH e as Forças Armadas para fiscalizar todas as entidades que recebem verbas do SUS - Sistema Único de Saúde, pressionando e incriminando os seus administradores, incluindo os prefeitos, que não agirem honestamente.

Se esses dois segmentos operacionais do governo brasileiro conseguirem prestar melhores serviços que os atualmente prestados pelas empresas privadas na área da saúde, obviamente ninguém mais vai querer associar-se aos Planos de Saúde. Então seria necessário dar outra atribuição a ANS - Agência Nacional de Saúde que já fechou muitas empresas administradoras de Planos de Saúde pelos crimes praticados contra o povo pelos seus respectivos empresários.

Veja o texto O Custo da Privatização da Saúde Pública.

Assim, se os empresários administradores de Planos de Saúde que vêm prestando maus serviços não melhorarem o seu baixo padrão de atendimento, ficarão sem seus atuais clientes e consequentemente fecharão suas portas, tal como já fecharam diversos hospitais privados na Cidade de São Paulo, que poderiam ter sido encampados, recuperados e colocados em atividade pelos ex-prefeitos Serra (PSDB) e Kassab (DEM). Os hospitais desativados continuam abandonados, apodrecendo.