início > textos Ano XXII - 28 de outubro de 2020


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SENSIBILIZANDO-SE PELOS PROBLEMAS NA SAÚDE PÚBLICA

DILMA É A PRIMEIRA LÍDER MUNDIAL A OUVIR AS RUAS

DILMA ACORDOU - ESTÁ DEIXANDO DE PISAR NA BOLA

São Paulo, 02/07/2013 (Revisada em 10-07-2018)

SENSIBILIZANDO-SE PELOS PROBLEMAS NA SAÚDE PÚBLICA

  1. A CAPACIDADE DE OBTER SOLUÇÕES E RESOLVER PROBLEMAS EXISTENTES
  2. O GRANDE PROBLEMA A SER ENFRENTADO
  3. COMBATENDO A SEGREGAÇÃO SOCIAL IMPOSTA POR DISCRIMINADORES
  4. COMPROVANDO A EXISTÊNCIA DOS FATOS
  5. RECÉM-FORMADOS DA MEDICINA ESTAGIANDO EM CREDENCIADOS PELO SUS

Por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do COSIFe

A CAPACIDADE DE OBTER SOLUÇÕES E RESOLVER PROBLEMAS EXISTENTES

Apesar de ter em suas mãos o poder e a capacidade de resolver os problemas enfrentados pelos brasileiros menos afortunados, digo, desprezados pela nossa elite oligárquica,no que concerne ao atendimento hospitalar, nossos governantes, principalmente na esfera municipal, tem deixado a desejar.

Por sua vez, o governo federal, que poderia combater a proposital inércia dos prefeitos e dos governadores ligados aos partidos de oposição, tem deixado de lado a EBSERH - Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares que foi idealizada durante o Governo Lula justamente para ser utilizada em proveito das populações mais necessitadas, que são as das periferias ou dos subúrbios dos grandes centros urbanos e das pequenas cidades do interior, as mais longínquas das capitais estaduais.

Veja os textos:

O GRANDE PROBLEMA A SERENFRENTADO

O grande problema é que a Presidenta Dilma e o Ministro da Educação Aloysio Mercadante terão de enfrentar o corporativismo da elite médica aliada aos partidos políticos que fazem oposição ao governo federal. Aquela minoria elitista tem se mostrado totalmente contrária ao bom atendimento dos menos favorecidos. Trata-se de discriminação ou segregação social.

COMBATENDO A SEGREGAÇÃO SOCIAL IMPOSTA POR DISCRIMINADORES

Por outro lado, os médicos devem estar P da Vida com a Presidente Dilma porque vetou partes da Lei 12.842/2013 chamada de "Lei do Ato Médico" que era essencialmente discriminador de outros profissionais da saúde, por eles considerados inferiores, conforme reclamavam os líderes dos Biomédicos, os quais diante de suas análises mostram para os médicos qual seria a doença de seu paciente.

E essa segregação social não acontece somente na área da saúde pública. Acontece também na educação, na polícia, na justiça, nos quartéis. Os apadrinhados da nossa elite econômica nunca trabalham em lugares em que existam pobres.

COMPROVANDO A EXISTÊNCIA DOS FATOS

O coordenador do COSIFE tem ex-esposa professora estadual, filha psicologa trabalhando na Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça, cunhado economista que estudou em colégio militar, filho advogado, irmão e cunhada contadores funcionários do Banco do Brasil, irmã de cunhada que trabalha na procuradoria da república, sobrinha professora no ensino secundário, sobrinha médica, sobrinho e sua esposa enfermeiros, filha biomédica mestre e doutora em biotecnologia trabalhando como pesquisadora sênior em universidade nos Estados Unidos, amigo policial militar, conhecido no cargo de delegado de polícia (um estadual e outro federal), trabalhou junto à direção de grandes empresas, inclusive multinacionais, além de ter trabalhado na fiscalização do sistema financeiro, combatendo a lavagem de dinheiro e avaliando os sinais exteriores de riqueza de sonegadores de tributos, ministrando aulas na Receita Federal e no Banco Central e quando jovem por vários anos namorou a filha de um general por ocasião do golpe militar de 1964.

Das pessoas mencionadas, somente duas não trabalharam ou não moraram em bairros periféricos ou "suburbanos" do Rio de Janeiro. Uma dessas pessoas mora num bairro periférico do Rio de Janeiro quase em frente a um quartel do Exército Brasileiro.

O coordenador do COSIFe também morou e trabalhou em vários desses bairros do Rio de Janeiro no início de sua carreira como Contador. Por isso conhece muito bem as dificuldades enfrentadas pelos ditos "suburbanos". Aliás, o médico que fez o parto por cesariana de sua filha mais velha, que no inicio de 2013 completou 43 anos de idade, naquela ocasião disse que a melhor escola para os médicos recém-formados era justamente o trabalho nas regiões periféricas das cidades, principalmente nos prontos-socorros municipais e estaduais.

RECÉM-FORMADOS DA MEDICINA ESTAGIANDO EM CREDENCIADOS PELO SUS

É o que pretende institucionalizar o governo federal ao exigir que os recém-formados façam estágios em instituições conveniadas ao SUS - Sistema Único de Saúde. O mencionado médico disse também que o trabalho nas regiões mais pobres e longíquas foi a maior e melhor experiência que conseguiu realizar em toda a sua vida profissional. E isto se repete em todas as profissões. Identicamente diz a filha psicóloga com 22 anos de efetivo exercício de sua profissão, que sempre trabalhou na periferia da cidade do Rio de Janeiro e em duas das vizinhas cidades dormitório.

Portanto, não faltariam exemplos para serem citados e pessoas que testemunhariam sobre o aqui descrito.

Em síntese, o que se quer demonstrar é que somente os preconceituosos e discriminadores não querem trabalhar na periferia, mesmo que estejam perdendo um melhor salário. E estes mesmos querem impedir que outras pessoas façam esse trabalho cívico em prol dos menos favorecidos.

Assim sendo, a Presidenta Dilma e o seu Ministro da Saúde Aloysio Mercandante resolveram fazer, tal como emergencialmente fizeram os Ministros do Presidente Lula no início do seu primeiro governo.

Veja informações complementares no texto O Que a Mídia Mercenária Não Publica.