início > textos Ano XXI - 6 de dezembro de 2019



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PAGAMENTO OU LIQUIDAÇÃO DA IMENSA DÍVIDA NORTE-AMERICANA

OS ESTADOS UNIDOS E A CONVERSÃO DA SUA DÍVIDA

A EXTINÇÃO DO SISTEMA MONETÁRIO INTERNACIONAL

São Paulo, 28/03/2009 (Revisado em 13-09-2018)

Referências: Derrocada Financeira Norte-Americana, Crise Mundial, Estados Unidos como Emissor Mundial de Papel Moeda Sem Lastro, Planejamento Tributário, Contabilidade Criativa (Fraudulenta), Sonegação Fiscal, Fraudes Contábeis e Financeiras das Multinacionais, Internacionalização do Capital em Paraísos Fiscais, Lavagem de Dinheiro e Ocultações de Bens, Valores e Direitos - Blindagem Fiscal e Patrimonial, Conversão da Dívida, Estatização, Balanço de Pagamentos, Comércio Exterior - Importação e Exportação.

16. PAGAMENTO OU LIQUIDAÇÃO DA IMENSA DÍVIDA NORTE-AMERICANA

Por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do COSIFE

Numa tentativa de pagamento de sua imensa dívida, os governantes estadunidenses poderiam liberar a venda de tecnologia para outros países, mas eles não querem repassá-la aos países credores, muito menos aos colonizados do Terceiro Mundo.

Poderiam vender empresas, mas eles não têm empresas para serem vendidas porque quase todas elas são empresas privadas (empresas do setor privado) que transferiram suas sedes para paraísos fiscais cartoriais (que registram empresas offshore) e para paraísos fiscais industriais como são alguns países asiáticos.

Somente as empresas insolventes ou paralisadas que estão no território norte-americano poderiam ser estatizadas, reativadas e depois vendidas aos credores internacionais. Estas, até poderiam ser vendidas para seus antigos donos, que agora têm seu patrimônio abrigado em paraísos fiscais, para não serem tributados ou arrestados para pagamento de passivos (dívidas) de suas antigas empresas desativadas.

Essa prática, da Ocultação de Bens, Direitos e Valores em paraísos fiscais para que não sejam confiscados para o pagamento de tributos e de outras dívidas, é chamada de Blindagem Fiscal e Patrimonial.

Por outro lado, o EUA não pode pagar sua dívida com matérias-primas porque consome mais do que produz. E também não consegue exportar produtos industrializados porque os custos de produção (Custo USA) em seu território são muito elevados em razão dos altos salários recebidos pelos trabalhadores nativos e estes não querem a concorrência de estrangeiros, tal como também acontece no continente europeu. O custo de vida nos "STATES" é excessivamente caro.

Atualmente o EUA não recebe juros de empréstimos como no passado porque (agora) não há dinheiro para ser emprestado, salvo papel moeda sem lastro. Como as principais das antigas empresas daquele país estão sediadas, operam e lucram no exterior, não há impostos a arrecadar. Como empresas evadiram-se, também não são recebidos dividendos e lucros de participações societárias no exterior, nem juros de empréstimos cedidos às antigas subsidiárias que operavam no exterior.

Eis a questão: Como resolver esse indecifrável impasse norte-americano?

Veremos mais adiante.

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