início > textos Ano XXII - 27 de outubro de 2020



AVISO:
Pedimos desculpas pela instabilidade! Informamos que o servidor está "on-line" todo o tempo, porém, estamos com ocorrência de erro no registro do Certificado de Segurança Criptográfica (SSL). Nada que coloque em risco a navegabilidade ou a segurança dos usuários e visitantes. O problema ocorre por culpa exclusiva do serviço de datacenter gerido pela empresa LOCAWEB SERVIÇOS DE INTERNET S.A. Há a observação de problemas técnicos na gestão dos servidores dedicados que contratamos. Estamos em cima deles para uma solução rápida ainda neste dia. No retorno ao "website", caso ocorra a janela de "AVISO", clique no botão "AVANÇADO" e depois no link "Ir para 'http://www.cosif.com.br/' (não seguro)". Agradecemos vossa compreensão.

QR - Mobile Link
HISTÓRIA POLÍTICA DO BRASIL REPUBLICANO

HISTÓRIA POLÍTICA DO BRASIL REPUBLICANO

BREVE HISTÓRICO DA OLIGARQUIA BRASILEIRA

São Paulo, 01/12/2012 (Revisado em 11-08-2020)

Referências:

Por Branca Nunes, Bruno Abbud - Publicado em 03/10/2010 pela Revista Veja. Em complementação, a Revista Veja apresenta também "O Poder dos Sobrenomes" em que está a genealogia política da República:

  1. História Política do Brasil Republicano I - Região Sul
  2. História Política do Brasil Republicano II - Região Sudeste
  3. História Política do Brasil Republicano III - Região Centro-Oeste
  4. História Política do Brasil Republicano IV - Região Norte
  5. História Política do Brasil Republicano V - Região Nordeste

CIRCUNSTÂNCIAS QUE LEVARAM À PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do COSIFe.

Segundo alguns historiadores, a principal circunstância que levou o Marechal Deodoro da Fonseca a liderar o golpe militar que proclamou a República foi abolição da escravatura firmada pela Princesa Isabel. Os coronéis fazendeiros eram contrários a libertação dos seus escravos.

Mas, por pressão da Inglaterra, a Princesa Isabel, que substituía seu pai no governo brasileiro, firmou o decreto de libertação. A Inglaterra já havia abolido a escravatura em suas colônias.

Então, a manutenção da escravidão no Brasil proporcionaria menores custos de produção e assim colocaria o Brasil como um grande concorrente no mercado mundial, tal como vem fazendo a China atualmente.

Segundo publicação de Edições SM, com base no PNLD - Programa Nacional do Livro Didático de 2011, Livro 8 - História do Brasil, Capítulo 7 - A República no Brasil, no manual do professor consta que:

Seção 1 - Os Militares no Poder - Após a assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, os fazendeiros escravocratas deixaram de apoiar dom Pedro II. Eles esperavam alguma indenização pelas perdas do patrimônio (os escravos) que a abolição havia lhes causado, mas nada receberam do governo brasileiro.

Mais adiante, na mesma seção o livro explica outra das circunstâncias que levaram à proclamação da república:

Nos quartéis, oficiais e soldados desaprovavam a indisciplina e a desorganização, segundo eles algo que o regime monárquico não se preocupava mais em combater. O apoio dos militares foi fundamental para a instauração da República e seus objetivos para o país, como ficariam impressos na bandeira brasileira: “Ordem e Progresso”.

Naquela época, além da produção e exportação de produtos agropecuários, o grande negócio era associar-se aos ingleses para compra de produtos industrializados. Os ingleses tinham como grande negócio a venda de todos os equipamentos necessários para implantação de estradas de ferro, principalmente se elas começassem nos portos, indo até as regiões produtoras de minérios.

Segundo consta, o Marechal Deodoro não gostava da interferência inglesa nos negócios brasileiros. Afinal, por culpa dos ingleses não pôde revogar a Lei Áurea. Daí justifica-se a ríspida resposta dada a um engenheiro que queria construir uma estrada de ferro.

O pior é que o Marechal de Deodoro sabia muito bem que não podia desafiar os ingleses diante da inegável supremacia econômica e bélica daquele país. Naquela época, para eles seria fácil novamente transformar o Brasil em colônia. Optaram pelo neocolonialismo = colonialismo econômico.