início > textos Ano XX - 18 de agosto de 2019



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OS PAÍSES DESENVOLVIDOS EMITINDO MOEDA VIRTUAL, SEM LASTRO

A DERROCADA FINANCEIRA NORTE-AMERICANA

PRIVATIZAÇÃO DOS LUCROS E SOCIALIZAÇÃO DOS PREJUÍZOS

São Paulo, 20/09/2008 (Revisado em 13-09-2018)

OS PAÍSES DESENVOLVIDOS EMITINDO MOEDA VIRTUAL, SEM LASTRO

Por Américo G Parada Fº - Contador - Coordenador do COSIFE

Onde o Governo norte-americano iria arranjar todo aquele dinheiro para salvar o seu País da falência?

Este é o maior problema a ser enfrentado. É exatamente em razão da necessidade de captação desse dinheiro que o “RISCO SISTÊMICO” pode se espalhar pelo mundo afora. Os norte-americanos seriam obrigados a buscar dinheiro nos paraísos fiscais, onde estão escondidos os seus antigos empresários, que formaram um Cartel de participações societárias em todos o mundo. Assim aumentaria o RISCO USA de não pagamento de sua imensa dívida externa contabilizada e a não-contabilizada utilizada para financiar guerras.

Veja os textos:

Primeiramente devemos considerar que os Estados Unidos não têm lastro para emissão de papel moeda desde a década de 1970, por isso não seria possível fornecer empréstimos aos seus banqueiros falidos.

O papel moeda em qualquer país filiado ao FMI - Fundo Monetário Internacional deve ser emitido tendo como lastro as Reservas Monetárias que efetivamente aquele país símbolo do capitalismo não tem em razão dos constantes déficits no seu Balanço de Pagamentos ocorridos durante as últimas décadas.

Esses déficits no Balanço de Pagamentos norte-americano estão diretamente ligados às Reservas Monetárias de outros países. Exemplo: se o Brasil tem reservas monetárias no valor de aproximadamente US$ 100 bilhões de dólares norte-americanos, isto significa que, em tese, os Estados Unidos devem US$ 100 bilhões de dólares ao Brasil que serão pagos com produtos, matérias-primas ou tecnologia. E assim acontecerá com todos os demais países que tenham reservas monetárias em dólares dos "States".

PRÓXIMO TEXTO: RISCO BRASIL VERSUS RISCO USA, RISCO UNIÃO EUROPEIA E RISCO JAPÃO


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